domingo, 21 de fevereiro de 2010

Elimination: o bom humor acima de tudo

A galera botafoguense anda zoando de verdade. O hit é o "elimination", como resposta ao "chororô". Segue o link. http://www.youtube.com/watch?v=l8QoJH6B0kw

Inter na semi contra o Nóia: futebol só pro gasto

Fui ao Beira-Rio na 5ª feira, ver o Inter contra o Juventude. Jogo nota 5,5. O Inter de "freio meio puxado" para a estréia da Libertadores contra o mais fraco Ju dos últimos 10 anos. Um 2x0 modorrento, com 1 gol em cada tempo. Destaques para Kléber (jogando muito), Sandro e Guiñazu (se ele fosse jóquei apostaria sempre na sua montaria e se fosse o cavalo, mais ainda). A defesa vem se ajeitando com Sorondo, Bolívar e Danilo. Nei vem dando resposta razoável. Giuliano entra e sempre melhora o time. O ataque, com Taison e Alecsandro, não funciona mesmo. Para mim, nenhum dos 2 seria titular.
Com essa Libertadores teimando em estragar o Gauchão (não é Novelleto?), resta ao Inter deixar que Taison e Alecsandro enfrentem o Emelec, na 3ª feira, e colocar os seus melhores atacantes neste domingo, contra o Nóia.
No mais, é só esperar prá ver se o glorioso Presidente da FGF tem a mesma sorte do Joel e emplaca um Gre-Nal na semana que vem.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Milagres acontecem

E não é que o Fogão "papou" o desfilante Flamengo na quarta de cinzas!
Mais um dos milagres do tio Janjão. Jogo onde o Flamengo, mesmo sem jogar bem, criou umas 5 ou 6 oportunidades claras de gol e só fez 1, o que atribuo ao desgaste físico dos integrantes do chamado "império do amor", entregues, às vésperas da semi-final, às extravagâncias próprias da Corte de Momo.
Melhor para o Fogão, formado por medianos jogadores (elogio para alguns deles), que não fazem tanto sucesso nas passarelas. Teve 1 chance e meia e fez 2 gols.
Considero a derrota flamenguista, para este Botafogo, quase tão vexatória quanto às daqueles 3 "Maracanazos" anteriores do rubro-negro: para Cabañas e Cia., na Libertadores 2008; para o Santo André, na final da Copa do Brasil 2004 e o maior de todos, o famoso "chocolate" levado por Romário, Sávio, Mancuso e turma, para um time de reservas do Botafogo, em 1997.
Afinal, não é todo o dia que um time que entra em campo com 7 ou 8 jogadores (desconto das presenças de Lúcio Flávio, Fahel, Eduardo e, muitas vezes, Alessandro) vence um flamante campeão brasileiro.
Acho que Joel Santana tem parte com o demônio. No bom sentido, é claro. Terei certeza se vencer o Vasco neste domingo, na final da TG. Na lógica, dá Vasco. Não me considero "corneteiro" alvinegro. Sou realista.
Oremos.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O que vi por aí nas férias

Não bastasse estarmos em período de férias, de natural escassez em termos de competições importantes (pelo menos por aqui, no Brasil), decidi-me, também, por curtir o meu tempo livre em outras amenidades (banhos de sol, de mar e piscina, joguinhos de tênis e paddle e até um futebolzinho na areia).
Em se tratando da "aldeia", vi alguns jogos do Inter, do "A", "B" (reservas do plantel principal) e "C" (o chamado Inter "B" na verdade é o Inter "C"). Em geral, me agradaram pelo empenho e, principalmente, preocupação com a marcação, exigida por JFossati, aspecto que, para mim, caracateriza equipes vencedoras e não se encontra muito presente no ambiente do futebol brasileiro. Permanece a deficiência ofensiva do time considerado titular, com Taison (um caso raro de "sumiço" de futebol) e Alecsandro (confesso que continua não me agradando, pela perda de gols, pela pouca capacidade de enfrentamento físico com zagueiros e por sua mania, incorrigível, de sair da "zona do agrião"). Kleber Pereira, se estiver 70%, deve tomar a posição. Walter e Edu devem brigar pela segunda posição.
Do Grêmio pouco - ou quase nada - vi. Basicamente, o Gre-Nal, jogo parelho e decidido no detalhe. Continua tendo o miraculoso Victor e ganhou o reforço ofensivo apreciável do excelente Borges. Tem agora excesso de meiocampistas, alguns deles não afeitos a disputas por posição e a sentar em banco de reservas, o que não deixa de ser um "pepino" para o novato Silas. De grave, a constatação de perda da bola aérea, característica das últimas décadas tricolores. Foi-se a bola aérea com o Tcheco (que já anda abastecendo até o "nanico" Jorge Henrique), com as saídas de Léo e Rever e pela opção por atacantes mais baixos.
No Rio, o esperto Tio Janjão deu-se conta da fragilidade do Botafogo que tem nas mãos (vide o "chocolate" do Vasco, e as imensas dificuldades para ganhar de América e Tigres) e armou um esquema com 9 atrás da linha da bola e opção por contra-ataques. Refiro a esperteza de Joel porque sabe muito bem, também, posicionar a sua garrafinha d'água nos jogos, apta a ser chutada aos céus pelo treinador no embalo das vaias da torcida ao desempenho do time.
Tenho curiosidade de ver o jogo desta quarta de cinzas, entre o bom Flamengo, interessado em ganhar a Taça Guanabara e frear na Taça Rio (pensando na Libertadores) e o Botafogo do Joel, jogando no sistema "pega ratão" dos bons tempos do Claudião, aqui do Sul.
Em termos internacionais, continuo vendo o futebol inglês uma légua na frente dos demais, devendo um de seus representantes "papar" a Champions League, se tudo correr normalmente. Vide o jogo de ontem quando o Manchester United literalmente "patrolou" o Milan, em pleno San Siro, com grande atuação de Rooney.