Não me sinto nem um pouco desconfortável em, após longo intervalo, em que deixei de postar para não ter que exagerar no verbo contra as mazelas do Inter nos últimos jogos (as horríveis apresentações contra o Zequinha, Cerro e Universidade), voltar a escrever justamente na noite em que o Alecsandro acaba de realizar a sua melhor partida no clube, sendo decisivo na classificação contra o Nóia, no Estádio do Vale. Já no final do primeiro tempo falava pro Nando, meu companheiro de jornadas esportivas (reclamando sempre dos meus berros), que o cara estava sendo o melhor em campo, não pelo gol que marcou, mas pela entrega, pela marcação e pela dedicação. Não o acho um centroavante de respeito, mas não sou cego. Hoje jogou como nunca.
Em compensação, acabo de presenciar uma das partidas mais lamentáveis de um zagueiro do Colorado. Creio mesmo que a aposentadoria do Índio se aproxima, a olhos vistos. Pesado, sem recuperação, sem tempo de bola, confuso, mal posicionado, enfim, tudo que não se pode fazer naquela posição.
Um foi 10, o outro zero.
De positivo na noite, além de Alecsandro, o esforço de sempre do Guiñazu, a qualidade e equilíbrio do Sandro e a ousadia do Walter. Talvez, o prenúncio da volta por cima do Taison. E só.
E a fase mudou. Antes a "redonda" batia em tudo e todos e não entrava. Agora os gols saem, feios como contra o Cerro ou lindos, como os de hoje à noite, as "buchas" de Walter e Alecsandro.
A frase da noite veio do Nando: " hoje perderam os 2 Alex Ferguson, o de lá (para o Bayern) e o do Vale (como se intitulou o presunçoso Gilmar Iser).
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