Sou daqueles que percebem quando um árbitro "trunca" o jogo em favor de um empate ou quando inverte faltas no meio de campo prá "matar" um time e, de quebra, "amarelar" ou "avermelhar" alguém. Identifico, também, quando o "homem de preto" "amarela" volante e zagueiros de um time nos primeiros 10 minutos, nem sempre de modo justo, "prá amaciar o jogo".
Ouvi uma vez do Godói (ex-árbitro), num debate na TV, uma colocação lapidar a respeito de árbitros. Disse ele que o árbitro de classe que quer dar uma "ajudinha" não faz escândalo, não dá pênalti clamoroso e nem anula gol de qualquer jeito. Tem modos mais sutis.
De tudo isto me lembrei ao ouvir de Gaciba (agora comentarista de arbitragem da Rádio Gaúcha), mesmo após ver pela TV o replay da equivocada penalidade marcada a favor do Grêmio contra o Oriente Petrolero, a opinião de que vira o pênalti e o confirmaria. Apenas ele, então, e Liber Prudente, o imprudente, em todo o estádio o viram. Contam que, depois do replay, já no hotel, convencido de sua asneira, capitulou o imprudente Liber, o juiz uruguaio, só restando a opinião de Gaciba.
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