Depois de algum tempo, bem utilizado para reflexão em todos os campos, volto a ensaiar expressar algumas impressões sobre o que tenho visto no reino da bola.
A dupla Gre-Nal reincide nas asneiras. Roth vai prá lá e vem prá cá e vice-versa. Colocam interinos e os queimam com uma facilidade impressionante.
Nesse 2011, que aqui já se encaminha futebolisticamente para um melancólico final, superaram-se todas as expectativas de desacertos, falta de planejamento e equívocos lamentáveis.
O Inter é imagem de seu presidente, vacilante, pausado, lento. O Grêmio, idem. Como Odone no futebol, errático.
No Inter, sem convicção para bancar o Cuca, preferido de todos da direção, mas rejeitado pela torcida, espera-se pela derrocada maior para buscar um "salvador da pátria". Osmar Loss, o interino da vez, escala mal e mexe pior. Sem nenhuma inventiva e criatividade, recorre a um inexplicável 4-5-1 contra Atlético Goianiense e Fluminense, o famoso "chama derrotas". Na hora das substituições, retira os de melhor produção, e menos nome.
Temo pela Recopa, já no jogo de ida, em Avellaneda. Talvez não haja volta.
Falam em esperar Nei Franco e Dorival Júnior. O mesmo Dorival que vem levando o Galo quase à zona de rebaixamento. Que dureza!!!
O Grêmio que vi hoje, já com o Roth, contra o Palmeiras, é a imagem de seu treinador.
Carrancudo, de futebol feio, grotesco. Muita transpiração, quase nenhuma inspiração. Fizeram os craques tricolores o que o "coach" mandou. A defesa espantou mais e fez mais faltas, deu mais carrinhos. Os acuados Lúcio e Douglas correram mais, com medo da bronca do Celso. No ataque, a única jogada continua sendo a bola parada de Rockembach, de pé trocado, no lado esquerdo.
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