Nesse novo breve intervalo para minhas reflexões, o Inter (reservas) conseguiu a façanha de ser derrotado para o Nóia, em pleno Beira-Rio e o Tio Janjão conseguiu fazer o Fogão campeão da Taça Guanabara entrando sempre com 7 em campo (e mais os fantasmas de Alessandro, Fahel, Eduardo e o "passageiro da agonia"). Fraquíssimo o Vasco, que, acho, entrou de "salto alto" por ter goleado no turno (o famoso 6 x 0).
Depois, vi o Inter A jogar contra o Emelec uma partida muito complicada pela Libertadores. O resultado foi muito melhor que a atuação. Um paradoxo, contudo, já que não se vitoriava em estréias nesse torneio há muito tempo. Gostei só do Nei e do Guiñazu, além, é claro, do glamour da estréia do novo Pato. O animalzinho dá mesmo sorte ao Inter.
Fossati foi muito criticado após o jogo, pela dureza com que tratou Walter, autor do passe de gol vazio para Alecsandro. Soube-se depois que o moleque já havia aprontado na véspera, sumindo. Apareceu para treinar sozinho no dia seguinte e não se dignou mais a aparecer no Beira-Rio. Fala-se em depressão, dinheiro, mágoa. Pode redundar num precoce final de carreira. Para o bem dele, tomara que não. Que falta faz a estrutura familiar! E como seria bom se os empresários não se preocupassem só com os seus ganhos!
Na final da Taça FC, o Nóia jogou melhor, mas perdeu para o Grêmio. Colegas e amigos gremistas ficaram arrepiados com o que viram (ou melhor, com o que não viram). Rospide à postos.
Mudando um pouco de ares, devo dizer que depois de ver vários jogos da Liga dos Campeões e dos campeonatos europeus, continuo convencido de que teremos um time inglês nos Emirados no final do ano. Que acham de um Manchester United x Inter e uma vingança gaúcha em cima do Van der Sar? Duvidam? É só aparecer um centroavante por aí.
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