domingo, 11 de julho de 2010

Decisão da Copa no apito

Numa Copa do Mundo marcada por desastres de arbitragem, como o gol inglês de meio metro dentro não validado contra a Alemanha, o impedimento clamoroso de Tevez contra o México, a invasão de área de 2 espanhóis, cerca de 2 metros, no pênalti perdido pelo Paraguai, não poderia faltar o toque final.

Para encerrar, uma arbitragem ridícula de Howard Webb, expulsando injustamente o zagueiro holandês, numa malandragem de Iniesta, e carregando o time holandês de cartões e, no final, deixando de marcar o impedimento visível do mesmo Iniesta no lance imediatamente precedente ao gol que marcou.

Aliás, maldita incompetência de nossos comentaristas de arbitragem, que só se preocuparam com o lançamento final ao meiocampista, esquecendo que, no nascedouro da jogada, o defensor alivia mal uma bola que ia endereçada ao jogador espanhol em incrível impedimento. Na seqüência da jogada, retirando mal a bola enviada ao jogador em condição ilegal, o zagueiro concede o toque a Torres (se não me equivoco) que lança Iniesta, aí sim em condições, uma vez que quem o marcava ficou fora de ação. Impedimento típico, a manchar o título espanhol.

E pensar que tudo começou com a mão de Henry.

Está mais do que na hora de a FIFA deixar o maldito conservadorismo de lado e adotar o "desafio" do tênis. Fosse assim, estaríamos a esta hora a ver os pênaltis serem batidos.




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