segunda-feira, 14 de março de 2011

Eles "não jogam um Evo"

Decididamente, o tempo dado ao Juarez Roth para vermos se evoluiu se esvaiu, sem que demonstre qualquer sinal de melhora.
O treinador colorado saiu-se muito mal de entrevistas após o jogo com o Caxias, na Serra, "trocando as bolas" ao elogiar Zé Roberto (seguramente o pior dos 30 em campo) e criticar o futebol do Oscar, o segundo melhor do Inter, só superado pelo matador Damião.
De quebra, para justificar o seu defensivismo sem sentido para certas partidas (por exemplo, a de quarta-feira que vem contra o Jorge Wilsterman. da segundona boliviana), chamou a todos nós (torcedores, dirigentes, cronistas) de ignorantes ou cegos, o que é pior ainda. Em textuais palavras, o "coach" vermelho disse que "o Zé executa importante função tática que todos desconhecem e nem têm mesmo obrigação de conhecer". Ora, Juarez, com todo o respeito, vá à P.Q.P com essa arrogância! Como se só ele enxergasse futebol. Que petulância!
O técnico colorado parece ser um caso para estudo da medicina. De que ramo, não me arrisco a palpitar. Mas que tem coisa errada, tem. Além de tudo é masoquista, gosta de viver perigosamente, e de sofrer. Só isto tem o condão de explicar suas escalações exdrúxulas.
O Seu Jorge boliviano é da classe C entre os participantes da Libertadores, times contra os quais se utiliza 1 volante apenas, e olhe lá. A promessa é escalar 3. Tenho esperanças de que esteja nos enganando com essa conversa sobre a qualidade do JW, que, na verdade, prá bem definir a coisa, "não joga um Evo".

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