Comecei vendo o Cruzeiro, o daqui, o legítimo, "dar um calor" no tricolor do Olímpico. Basta dizer-se que a tranqüilidade para o Grêmio só veio aos 49 minutos do segundo tempo, com o pênalti que selou o 4x2. Até ali, o jogo era "taco a taco". A lamentar, a arbitragem sem personalidade de Anderson Daronco que, para o Cruzeiro, lançou mão de cartões com a maior facilidade. Para os atletas gremistas, só faltou mandar um pedido de desculpas formal pelas advertências que teve que fazer. Poupou, o senhor árbitro, no segundo tempo, o jogador Douglas, autor de jogada desleal punida apenas com amarelo. Árbitros como Daronco não se deram conta de que, para fazer carreira, não podem mais enxergar só para os grandes.
Vi também o Inter contra o Jaguares, anteriormente. Jogo nota 2 para o Inter, apesar dos 4x0, absolutamente acidentais. Achei muito gozado alguns "cronistas" criticarem as reclamações e vaias da torcida colorada, mesmo diante do escore. Engraçado mesmo. Em outras circunstâncias, os mesmos diriam que o placar não é tudo e que o torcedor não se pode deixar enganar.
Assisti também o péssimo Fluminense, no México, subir ao cadafalso, colocar a corda no próprio pescoço e chutar a "cadeirinha de apoio". O corpo balança no ar. Respira por aparelhos. Pudera! Um time com o Gum, o Leandro Euzébio, o Diguinho, o Edinho (o craque do Muricy)... é dose.
Não posso deixar de lembrar as retumbantes vitórias do Flamengo, o do R10, sobre os poderosos Olaria e Boavista, por 3x2 e 1x0, e as manchetes cariocas sobre os feitos do rubro-negro carioca. Pobre futebol carioca.
No mesmo cenário burlesco do Rio de Janeiro, o esquálido (para minha tristeza) Botafogo, no Engenhão, ganha nos pênaltis do glorioso River Plate do Sergipe, após vencê-lo no tempo normal com um gol em que a bola não entrou. No final, por muito pouco não assisti a uma cena que, fosse mesmo concluída, iria levar o outrora Fogão ao anedotário futebolístico nacional para todo o sempre. Juro que vi os atletas botafoguenses, em comemoração, emocionados, ensaiarem um "peixinho" ao solo (gesto que a seleção de vôlei do Brasil faz, de vez em quando, prá comemorar um ouro olímpico) em homenagem à vitória nos pênaltis sobre o falso River. Cruuuuuzes!!!
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