segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Premier League e Brasileirão...que diferença

Vi Aston Villa e Chelsea e um pedaço do United contra o Bolton. Estádios lotados, gramados impecáveis, arbitragens que não usam cartões amarelos como "muletas" e craques, muitos deles.
Tudo diferente daqui.
Para se ter idéia da pobreza técnica de nosso futebol atual, as grandes figuras do campeonato são os vovôs Petkovic, Paulo Baier, Ramon e Marcelinho Carioca. Sem falar nos superpesados Ronaldo e Adriano. Alguns deles, voltando ao futebol, saudosos, depois de um ensaiado encerramento de carreira.
Quanto aos árbitros, continuam desfalcando equipes com cartões aplicados em faltas cometidas no meio de campo, sem maldade qualquer, ou por reclamação instantânea do atleta, o que é relevado na Europa.
Os auxiliares (bandeirinhas) seguem marcando impedimentos inexistentes, espantados com a chegada da bola a um jogador livre, esquecendo de acompanhar a situação na hora do lançamento (dois lances fatais ao Botafogo no jogo do Mineirão, contra o Cruzeiro, com erros lamentáveis cometidos por Marcelo Barison e José Javel Silveira, infelizmente gaúchos, rumo a uma indispensável "geladeira").
Para arrematar, espanta-se o público, como o fez a diretoria botafoguense no jogo do Engenhão, contra o Avaí, ou obrigando-o a peripécias para ir aos estádios em geral (achar lugar em estacionamentos insuficientes, brigar com os "flanelinhas", escapar dos assaltantes ou espremer-se em ônibus lotados).
Nós, os torcedores brasileiros, somos mesmo verdadeiros heróis.

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