Meio prostrado, ainda, com os sintomas de uma gripe, felizmente sazonal, e também desanimado com o mau tempo que nos assola há dias, outra saída não me restou senão, entre as refeições e os cochilos, acrescer mais alguns capítulos à minha biografia de torcedor-observador. No sábado, vi o novo Bayern, do anti-brasileiro Van Gaal, empatar em Hoffenheim, num jogo muito disputado e em altíssima velocidade. Do jogo, destaco a arbitragem. Segura, com autoridade e equilíbrio, sendo apresentados apenas 2 cartões amarelos. Fosse arbitragem à brasileira, teríamos fatalmente 7 a 8 cartões amarelos e 1 ou 2 vermelhos, mesmo diante de um jogo que nunca beirou à deslealdade. Carlos Eduardo, ex-Grêmio, é hoje, pelo que vi, um jogador extremamente adaptado ao estilo do futebol europeu, atacando e marcando com a mesma eficiência. Possibilidade de futuras convocações à vista. Vi também o meu glorioso Botafogo "dar de bandeja" um jogo ganho ao fraquíssimo, esquálido e, para mim, futuro rebaixado, Atlético Paranaense. Para terem idéia, o time paranaense criou somente uma oportunidade, a de seu gol, feito em claro impedimento. No mais, chutões e faltas com intuito de parar o jogo. Do outro lado, a total incompetência nas finalizações, cerca de 6 ou 7 oportunidades desperdiçadas, entre elas o pênalti cobrado por André Lima, mesmo diante da ordem em contrário do treinador Ney Franco, que determinava fosse a penalidade de responsabilidade do batedor oficial, Lúcio Flávio.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
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