Inter e Cruzeiro reviveram, neste domingo, os grandes clássicos que disputaram nos anos 70, sempre caracterizados pela emoção.
Foi, mais uma vez, também, uma partida onde os ataques sobrepujaram as defesas. E decidido nos detalhes.
O Cruzeiro iniciou melhor e quase marcou o seu gol já aos 2 minutos, por Thiago Ribeiro frente a um Lauro que saiu com absoluta precisão. Antes dos 10 minutos, porém, o Inter assumiu as rédeas da partida e foi criando oportunidades, com Alecsandro, Taison e Fabiano Eller, este cabeceando no poste. Neste período, o fraquíssimo árbitro catarinense deixou de marcar uma penalidade máxima clara em Taison. Alguns minutos mais, Magrão foi derrubado na área mineira e desta feita o apitador não teve como "pipocar". Gol de Alecsandro, em chute rasteiro e forte, no canto direito baixo de Fábio.
O domínio do colorado a esta altura era absoluto, sendo desperdiçadas diversas oportunidades de matar o jogo.
Numa das raras aparições do time mineiro no ataque, porém, quase ao final do período, Guiñazu cometeu um pênalti absolutamente desnecessário em Thiago Ribeiro, convertido por Gilberto.
Virada em 1 x 1.
O segundo tempo foi marcado por posse de bola e insistência ofensiva do Inter, em busca da liderança da competição, e por contra-ataques cruzeirenses.
Enquanto Sandro e Alecsandro perdiam oportunidades claras, o Cruzeiro marcou primeiro, por Gilberto, concluindo de cabeça, da marca do pênalti, em condição ilegal, um cruzamento vindo da direita.
Com a boa notícia dos gols do Vitória, que vencia o Palmeiras, atirou-se o Inter ao ataque, dando ensejo a que o Cruzeiro tivesse também algumas chances de liquidar a fatura.
No entanto, foi o Inter - a esta altura modificado com os ingressos de Andrezinho e Edu - que marcou, lá pelos 30, através de uma falta magnificamente cobrada pelo primeiro dos citados.
Era a tão ambicionada liderança. Foi, porém, fugaz.
Em menos de 1 minuto, a bola estava de novo nas redes do Inter, impulsionada por Thiago Ribeiro, na pequena área, após rebote do goleiro Lauro, fruto de uma bola perdida por Guiñazu no seu próprio campo de defesa.
Daí para a frente tentou o Inter e impediu o Cruzeiro.
Bom para o São Paulo, que viu também o alviverde paulista ser derrotado em Salvador e encostou nos líderes.
Esperamos que, em uma próxima oportunidade, a liderança chegue e seja definitiva.
Quanto a Guiñazu, tem ainda muito crédito.
4 comentários:
Sempre o juiz... Por que não deixam o pobrezinho de lado?
Agora, falando sério, eu te avisei que a zaga colorada não era confiável. Até o Sorondo, que eu sempre achei um bom zagueiro, anda entregando a rapadura. Não seria melhor implantar um 3-5-2???
Acho que o time ideal do Inter seria: Lauro; Bolívar, Índio e Sorondo (Como diz o Lédio Carmona, o Eller não me pega); Danilo Silva (ou alguma invenção, tipo colocar o Magrão na direita), sandro, Guiñazu, D'Alessandro e Kléber; Taison e Alecsandro (que baita goleador). Até acho que seria difícil manter Giuliano, Andrezinhoe outros no banco, mas fazer o quê...
Grande abraço,
Ivan Netto
PS: É bom esse Gilberto!!!
Ivan:
Esta do Magrão poderia ser tentada, mas o problema seria a falta de velocidade. Acho que o esquema que mais deu certo foi mesmo o 3-5-2. Prá mim é Lauro; Índio, Sorondo (na sobra)e Eller; Danilo, Sandro, Magrão, Guiñazu e D'Alessandro (fora, com a entrada de Andrezinho em casa, no lugar de um dos volantes); Alecsandro e Edu (ataque ideal para aproveitar, também, a bola aérea). Taison no segundo tempo, dependendo do desenrolar do jogo.
Ivan:
Melhor ainda. Danilo e Kléber nas alas; Guiñazu e Magrão de volantes; El Cabezon de "enganche" e Edu e Alecsandro. E Sandro vendido ao Real Madrid por 25 milhões de euros.
Meu caro Ivan:
Acredito em vocês se, depois de triturarem o Florminense (que time horrível!) por uns 5 x 0 (meu escore no bolão), passarem pelo time do Iarley e do Fernandão lá no Serra.
A propósito, como vai aí o nosso co-irmão Tottenham (é assim?)? Sabe como é ...Tottenham tem tudo a ver com Índio...rsrsrsrsrsrsrsr
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