sábado, 5 de setembro de 2009

Empate foi vitória para o Grêmio

Como havia prognosticado, não se tratava de jogo jogado. Muito menos jogo para goleada gremista, como apregoavam certos experts locais. No final, o empate veio a ser um prêmio para o tricolor, que viu o rival empilhar oportunidades, tanto no primeiro tempo, quando marcou seu gol, como no segundo, período no qual, nos primeiros momentos, acertou 2 vezes a trave gremista, por Leandro Domingues e Neto Berola, este autor do gol do Vitória na etapa inicial.
O time baiano, orientado por Mancini, mostrou o que dele esperava: boa marcação, excelente toque de bola e velocidade na execução dos contra-ataques. Houvesse sido mais hábil nas conclusões, poderia até ter chegado a um escore folgado em seu favor, já no início da segunda fase.
Achei que o Grêmio alterou demais a sua estrutura para a entrada de Rochemback. Na relação custo-benefício, o saldo foi negativo. É que o meiocampista estreante, embora confirmando a sua já reconhecida qualidade no passe, mostrou-se, para mim, visivelmente fora de embocadura, aparentando até estar ainda com alguns quilos acima de seu peso habitual. Errou Autuori, ao não retirá-lo no intervalo da partida.
Elmo Resende, mais um dos árbitros da nova safra, vinha atuando bem até economizar um cartão amarelo para Lúcio (seria o segundo) no início do segundo tempo. Logo após, mostrando não ter critério homogêneo, aplicou um segundo cartão amarelo a Magal, do Vitória, por praticar falta de muito menor gravidade em Adilson. Estragou o jogo e sua atuação.
Com um homem a mais, o Grêmio passou a acossar o adversário, principalmente com bolas alçadas, chegando em uma delas à marcação do gol de empate, obra de seu goleador na temporada, o contestado Jonas, em muito semelhante ao segundo gol que marcara no domingo passado, contra o Botafogo.

Um comentário:

Unknown disse...

Já estava indo embora, quando resolvi lr este post.

Pô, Patônio, até pareces o Vidarte ou o Wianey escrevendo. O texto está muito colorado. Não vejo tu escreveres nos comentários dos jogos do Inter "o contestado Alecsandro", "o Guiñazu deveria ter levado o segundo cartão", "o empate foi uma vitória para o Inter".

Olha, faz um tempinho que não estou vendo os jogos (só vejo os gols pela Internet), mas o Bolívar, por exemplo, deveria começar todas as partidas com um cartão amarelo. Eu não me esqueço do jogo entre Inter e Cruzeiro no Mineirão... Caso de Polícia!

E não posso deixar de falar do Magrão, um margial de marca maior. Entrada por cima é com ele mesmo.


Abraço,


Ivan