segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Voltando à ativa
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Comentaristas de resultados
sábado, 21 de agosto de 2010
Língua torrada com o Juarez Roth
O caso aqui é diferente.
Trata-se aqui de reverenciar o Juarez Roth, em quem, sinceramente, não acreditava. Esperei um pouco para postar, para ver se era caso fortuito. Não é. E minha análise não parte e não depende, necessariamente, dos resultados. Aconteça o que acontecer, daqui para a frente, isto é fato.
O homem veio, assumiu o vestiário, deu equilíbrio ao sistema defensivo, implantou uma mecânica de jogo. Enfim, botou ordem na casa, que estava desarrumada.
As duas principais contribuições técnicas do Juarez Roth, a par da organização geral, são o aproveitamento das potencialidades do Taison (arranque e drible em velocidade) em local de mais espaço, o meio (já que ele não tem a categoria de um Robben para execução desse tipo de jogadas a partir do flanco) e a imposição de limitação aos movimentos do Guiñazu, no plano horizontal (pode fazer tudo, desde que seja no lado esquerdo). Com esta limitação, e a vedação à subida de dois volantes ao mesmo tempo, solidificou-se a defesa, e cresceu, barbaramente, a produção individual do Sandro.
Uma terceira contribuição específica, um pouco menos significativa, mas ainda assim relevante, diz com a limitação de movimentos imposta, também, ao Alecsandro, agora mais preso aos 50 metros quadrados de ouro para o centrovante. Embora não seja o atacante central dos meus sonhos, o que já comentei em várias oportunidades, é inegável o seu crescimento pessoal diante dessa nova condição, havendo realizado partidas excelentes contra o Guarani, em Campinas, e Atlético, em Sete Lagoas, principalmente. Alecasandro se perdia muito em recuadas ao meio e flancos, chegando atrasado e cansado à área. Agora, segura mais os zagueiros adversários e mantém a energia necessária para as conclusões.
A melhoria visível transmite confiança ao Inter no sonho de conquista da Libertadores 2010, mas não dá plenas garantias de sucesso no torneio, em face de se tratar de fase de mata-mata. Permite, porém, um vaticínio em relação ao Brasileirão, um campeonato de turno e returno: neste, o colorado gaúcho passa a ser o "ficha 1".
Por pura superstição, o post só vai à publicação após o jogo com o São Paulo, no Morumbi, embora o esteja escrevendo na terça, dia 03. Mas vai a público, com qualquer resultado.
Superstição pura
domingo, 15 de agosto de 2010
Cruzeiro gaúcho em grande estilo
Enquanto isto, falando de outras coisas...
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Língua torrada com o Juarez Roth
domingo, 11 de julho de 2010
Gol ilegal na final
Huuummm...benefícios espanhóis
Decisão da Copa no apito
domingo, 4 de julho de 2010
Mike Jagger, El Matador
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Até quando FIFA?
quarta-feira, 16 de junho de 2010
É mesmo...não torço pro Real Madrid!!!
domingo, 13 de junho de 2010
Celso Roth...incrível
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Pitacos iniciais na Copa do Mundo
terça-feira, 8 de junho de 2010
Desculpem a inatividade...mas aqui vão alguns assuntos
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Fossati subiu no muro
A palavra é estarrecimento!
Primeiro, pelo fato de o Inter entrar em campo com 3 zagueiros para enfrentar um time medíocre, aliás como fez contra o também medíocre Banfield em Buenos Aires e em outros tantos jogos neste ano. O ex-Almirante, havia marcado somente 1 gol em 3 partidas do Brasileiro e vinha a campo com 4 volantes, para apenas não perder. Ademais, um 3-5-2 só se aceita se houver alas de grande contribuição, o que não é o caso do Inter. Fora disso, sua aplicação, ainda mais diante de adversários inferiores, é um suicídio. Até porque, quando acontece a expulsão de um desses zagueiros, a sua reposição por outro defensor acaba por destruir o restante da equipe.
Em segundo lugar, porque jamais se mantém um zagueiro "amarelado" tão cedo como Eller. Se fosse desejo do treinador manter o esquema, bastaria no intervalo fazer a substituição do zagueiro por outro, Juan, no caso.
Em terceiro lugar, no caso da noite de hoje, ao repor o zagueiro após a expulsão de Eller o infeliz e desnorteado Fossati retirou o seu melhor atacante, Walter, e manteve o pior da noite, Alecsandro que, além de sua péssima produção, estava também "amarelado".
Em quarto lugar, dando-se conta da gafe, 5 minutos após JF retirou o fraco Alecsandro. Logo, sem nenhuma convicção ou lógica a retirada prematura de Walter.
Em quinto lugar, o treineiro retirou Andrezinho por Giuliano, quando era óbvia a troca por Nei (muito mal), já que havia possibilidade de formar linha de 4 zagueiros com Bolívar, Sorondo, Juan e Kléber.
Finalmente, ao ser entrevistado ao final, o balançante Fossati afirmou que o Inter estava bem no jogo - o que é verdadeiramente absurdo - e que apenas foi prejudicado pela arbitragem (fato verídico), o que se revela indesculpável e depõe até contra a lucidez do treinador.
Portanto, caro Fernando Carvalho, chegou o momento. Não há como esperar, sob pena de ruir o sonho de Libertadores, ainda à disposição do Inter por obra divina, e condenação ao lado baixo da tabela do Brasileirão. Conseqüentemente, um grande risco eleitoral.